Fui sequestrada e o banco me cobra o saque do sequestrador
No dia 28/03 eu fui sequestrada, os ladrões pegaram o meu cartão, fizeram o saque e me devolveram. Assim que eu cheguei em casa eu cancelei o cartão. Só que no outro mês (abril) veio uma fatura do banco no valor de 500 e pouco, e fui ai que eu descobri que os ladrões não tinham tirado dinheiro só da função débito do cartão, mas também da função crédito. Liguei no banco, falei que eu tinha sido sequestrada, tinha o b.o. e etc, e pedi pro banco reaver esse valor, por que eu não ia pagar. Depois de um tempo, liguei pro banco e eles disseram que eu não ia ter que pagar nada.
Um mês depois (maio), veio uma fatura de 60 reais que eu não reconhecia. Liguei pro banco e eles me disseram que era um resto de conta do saque do sequestrador e que eu tinha que pagar, era tipo uma taxa. Pedi pra reaver, mas eles não concordaram. Paguei a taxa.
Agora hoje (junho) 3 meses depois desse sequestro, me vem uma fatura de 660 reais. Na fatura consta que o que eu tenho que pagar é o tal saque de 460 do crédito efetuado pelos sequestradores + JUROS por que eu não paguei na data certa.
Liguei pro banco e eles me disseram que eu vou ter que pagar esse valor, por que na época do sequestro eu não tinha um seguro do banco (que quando eu abri a conta, ninguém me informou desse seguro). Eu briguei com a atendente, disse que já tinham me falado que eu não ia ter que pagar nada, e ela disse que eu vou ter que pagar sim.
O fato é, eu não tenho dinheiro pra cobrir esses 660 reais, e mesmo que tivesse, é injusto. Eles estão querendo fazer com que eu PAGUE por ter sido SEQUESTRADA. Sem contar nessa coisa deles ficarem me avisando e lembrando de MES EM MES que eu fui sequestrada, sabe, não é facil você ficar lembrando disso.
Enfim, eu não sei se falar com um advogado pode me ajudar, eu realmente não entendo nada dessas coisas. Existe algum jeito de processar esse banco? Por que eu não vou pagar esse valor. E eu não quero mais ficar sendo lembrada do que aconteceu, é difícil de superar tão rápido.
Obrigada, Bárbara.