negligencia durante o atendimento medico

nataliabispo ★
ola boa tarde. vim por meio desse site solicitar ajuda. eu tenho 21 anos e estava gravida de 5 meses 21 semanas de gestação , meu feto estava totalmente formado porem so os pulmoeszinhos estava em formação pois ainda estava pequenos.exatamente no dia 26/03 comparecir no meu ginecologista feres chaim neto informei para o mesmo que em pelo menos 2 semanas estava sentindo que um molhado na minha calcinha que eu acha que poderia ser devido o nenem esta muito grande e estava apertando minha bexiga e tambem estava sentindo muita contração dores nas costas muita dor e minha pressão arterial estava baixa devido no caminho ate o consultorio sentir uma tontura e falta de ar e com esses relatos o dr feres nao passou nenhum medicamento somente mediu minha pressão arterial e informou que esta tudo normal e que era somente sitomas da gravides e era pra eu guardar calmamente ate os 9 meses. fiquei tranquila como foi o meu ginecologista que informou deixei de lado no dia seguinte fui direto pelo o periodo da tarde pro meu trabalho nao sentir nada tava tudo ok , somente sentir minha calcinha molhada mais pensei que era o meu xixi. no dia seguinte dia 27/03 as 21:00 quando chegava do trabalho e desci na estação engenheiro cardoso a minha bolsa estourou , fiquei muito nervosa m preocupada com o meu filho , constrangida e nao sabia o que fazer . fiquei desesperada e entao como é de constume o meu marido sempre vim me buscar na estaçao todos os dias liguei pra ele desesperada falando o que aconteceu dai ele ficou muito preocupado foi então que os guardas da estação chamou a ambulancia que a mesma me direcionou para o hospital geral de itapevi ( HGI) onde fui atendendida por 2 medicas , as mesmas fizeram exame de toque em mim porem nao conseguiram verificar o meu utero devido o meu nenen nao esta virado de cabeça pra baixo . no momento eu falei pra elas que nao estava sentindo dor de parto no momento que estourou a bolsa mais que antes eu tinha passado no meu ginecologista falei o que eu estava sentindo mais o mesmo nao mim orientou disse que estava tudo normal.depois de ter tentado verifar o meu filho a doutoura falou que o meu feto nao iria sobreviver pois era muito novo e que media mais ou menos 200 gramas e que se caso ele estive nesse peso ela iria induzir o parto . eu fiquei assustada com as mesma fiquei sem palavras diante daquilo que elas mim disse , elas nao ligaram para o meu estado emocional foram frias . entao as mesmas pediram minha internação. fui internada no mesmo hospital muito abalada mais o que me preciona seria que mesmo com a bolsa estourada o meu pequeno ainda continuava vivo dentro de mim , durante o periodo do dia 27 ate o dia 31/03 o meu filho estava com o coração batendo com os batimento cardiacos 150 bp , o coração do nenem estava normal fizemos no dia 28 a ultrasson no hospital o meu filho estava todo formado o coração dele batia normalmente . no dia 29 /03 fui em seguinta recebir alta do hospital pelo o doutor andersono mesmo curto e grosso falou que iria me dar alta mesmo com a bolsa estourada porque eu tinha risco de pegar uma infecção hospitalar e que o leito familiar seria melhor pediu repouso absoluto e tomar agua no periodo de 24 horas e ainda falou que o meu feto tinha risco de morrer a qualquer momento. fui para casa muito preocupada e no dia 31/03 depois de um banho que eu tomei sentir contrações dores nas costas e começei a peder o meu liquido desceu em forma de catarro foi então que fui direto para o hospital e depois de 20 minutos fui atendida pelo um doutor que nen sei o neome fiz o exame de toque foi então que o doutor grosso como sempre falou pra mim que o bebe iria nascer e que nao iria sobreviver porque era um aborto , fui internada as 10 :00 da noite e com isso o doutor no 3 andar onde que estava internada so foi na sala uma unica vez fazer o toque a enfermeira so foi 2 vezes e falou que eu estava com 4 dedos de dilatação que iria demorar e me deixaram sozinha na sala de parto , o doutor ouvir o mesmo falar para o outro colega que ¨ há 21 semanas de gestação deixa ela ai sofrer um pouco nao vai sobreviver ¨ ouvir os mesmo dando gargalhadas. no momento da minha dor de parto o momento tao delicado a enfermeira do plantao entrou na sala e de alta voz falou que era pra mim se controlar um pouco porque eu estava gritando muito e que a via uma gestante do lado tentando ter nenen e nao estava conseguindo devido devido a escutar minha voz. no momento eu fiquei indignada porque eu estava sentindo muita dor era o meu 1 filho eu nunca havia sentido aquela dor horrivel foi então que ela falou isso me deixou no quarto fiquei sozinha so eu e deus e quando foi exatamente as 2 da manha eu de tanto me esforçar estava nacendo o meu filho ai as chamei de primeira a enfermeira quando pegou o meu filho falou na minha cara que ele nao iria sobreviver e estava ja com mal cheiro de feto . e levaram o meu filho para fora do quarto onde que eu estava . nao fizeram nada nao de movimentaram para levar o meu filho para a uti neonatal meu filho nasceu vivo eu vir ele vivo ele olhou para mim mas estava com dificuldade de respirar. eles nao levaram o meu filho para a uti neonatal para ele sobreviver para ele respirar esperaram o meu filho da parada cardiada e morrer falaram que nao tinha como fazer nada porque a medicina nao estava avançada. e no dia seguinte o meu marido emocionado com tudo pediu para ver o filho dele mesmo morto o hospital nao deixou o meu marido ver o seu 1 filho mesmo morto falaram que como foi um aborto nao tinha como ver devido o meu bebe ser muito pequeno e pesar o 344grmas nao deixaram enterrar o meu filho . gente por favor me ajuda a resolver ou processar se eu tiver direito porque o meu bebe nasceu vivo ele estava vivo o hospital HGI nao levou o meu filho para a uti neonatal. mesmo ele sendo novo existe casa de crianças que nasce com 4 meses e sobreviver com a ajuda de aparelhos , eles deixaram o neu filho morrer. meu filho nao tinha nenhum problema estava perfeito .

1 Resposta

Alanket ★
O médico não pode negligênciar de um ato proprio dele, é dever dele ajudar ao paciente.